Sobre a Paz
Deus, seja qual for a sua cor, a sua forma, o seu sexo, a sua personalidade ou ausência dela, ensina-nos que a vida é como uma teia de aranha: tão bela e tão frágil – e não nos cabe dizer se é justo ou não.
Na verdade, não consigo achar justiça na morte. Mas deve haver algum sentido.
Para já, deixem a vida aos que eu amo – a morte deles deveria – permitam-me este tipo de egoísmo que é o meu principal traço – surgir apenas depois da minha.
Sobre a Paz quero dizer: Deus, a Deusa ou os Deuses (escolham vocês conforme o vosso coração), são Ela.
O meu carinho vai para o Haiti.
